O CORPO DO CRISTO A
PARTIR DO SANTO SUDÁRIO
Foi um assunto
polemico até que as provas e a analise tivessem consenso.
Por este motivo vamos
postar em dois segmentos I-O corpo do Cristo e II- material complementar ambas
pertencentes ao mesmo assunto O corpo do Cristo.
A humanidade, na sua
absoluta falta de conhecimento, alimentada pelo orgulho de paradigmas obsoletos
impostos há séculos, procura há mais de 2000 anos uma justificativa para o
corpo do Cristo como se esse corpo fosse à chave que abriria a porta para a
crença e para a fé.
Assim como não há corpo,
Jesus não deve ter existido; alegam alguns; e os tais evangelhos seriam produto
da imaginação ou criação de alguém argumentam outros (principalmente depois da confissão
de são Jerônimo-compilador da Vulgata).
Se não existe; como
um bom São Tome, já não acredito e por não acreditar não vou nem perder tempo ouvindo
ou lendo porque sei que não vou acreditar mesmo.
Um dia quando a ficha
cair e a imortalidade da alma for percebida (e isso normalmente só tem ocorrido
depois da morte física) o remorso se estabelece pelos muitos séculos que
poderão ter sido perdidos.
Quando os Estados
Unidos lançaram aquela bomba em Hiroshima, abriu as portas para o estudo e
análise do quarto estado da matéria (o radiante até então ignorado) - e para os
esclarecimentos com respeito ao estudo e entendimento do corpo de Jesus por
parte dos não bitolados/orgulhosos.
Einstein testou
bastante essa questão, chegando à desmaterialização de corpos, levando o segredo
para o túmulo, queimando todos os papeis antes de sua morte.
Aliás, já que nós citamos
Hiroshima, existe no que era a praça central, uma parede tombada pelo
patrimônio da humanidade onde existe a figura em sombra de um ser, que foi
desintegrado, desmaterializado, quando a onda de energia nuclear por ali
passou. Ficou como se fosse uma imagem chamuscada na parede. Um tipo de xerox
com pouco tonner.
Em Turim existe um
Sudário, guardado a sete chaves, porque a simples exposição à luz do sol pode
danificá-lo, sudário que a Igreja de Roma considera como a mortalha que cobriu
o corpo do Cristo; mas que a ciência na sua prepotência acreditando ser dona da
verdade, e por conflito com as religiões chegou a seguinte conclusão:
Sudário
“O sudário de Turim
existente na catedral de Turim e desde 1398 venerado como o lençol que cobriu
Jesus, com o teste do carbono 14 feito em 1988, é uma peça fabricada em plena
idade média entre 1260 e
Essa foi a primeira
afirmação dos orgulhosos cientistas, que depois caíram em si e se dobraram à
verdade dos fatos.
O Rei Umberto I, da
Itália, como chefe da família Sabóia proprietária da peça, autorizou que fosse
fotografado pela primeira vez, em 1898, o que foi feito duas vezes, com um
tempo de exposição de 13 minutos e outra com 20 minutos, por um fotógrafo
amador o advogado Secondo Pia.
Como as fotos foram
feitas? Máquinas analógicas na posição que mantém aberta a lente...
Em lugar da figura,
que ele esperava, como em qualquer negativo fotográfico, surgia na chapa o
retrato em positivo de um homem.
O desenho do corpo
destacava-se como em relevo, enquanto as manchas prováveis de sangue apareciam
em negativo.
Foi essa foto que
introduziu o Sudário no século XX.
Acabava de se copiar
o auto-retrato que o Cristo escreveu com sua luz!...
Já em 1931 foram feitas
novas fotos por outros profissionais confirmando-se o resultado.
Então vamos começar
do principio:
O Sudário de Turim, onde
aparece estampada a imagem de uma figura humana de costas e de frente, mede 1,10m
de largura por 4,30m de comprimento.
“É uma tela de linho
puro, cerrada e opaca, executada com fio grosseiro e de fibra crua, com a
urdidura conhecida como ‘espinha de peixe’. Os vincos indicam que a peça foi
arrumada em 48 dobras”.
Quanto à figura ali
estampada, trata-se de um homem relativamente jovem - não menos de trinta anos
de idade, não mais de quarenta e cinco, pesando cerca de 77 quilos, dono de “um
proporcionado físico” - (na expressão do médico inglês Dr. David Willis, um dos
estudiosos do Sudário), e que relacionou os seguintes ferimentos na face
impressa no pano:
·
Inchação
em ambos os supercílios;
·
Dilaceração
da pálpebra direita;
·
Grande
inchação abaixo do olho direito;
·
Tumefação
no nariz;
·
Ferimento
de forma triangular na face direita;
·
Inchação
na face esquerda;
·
Inchação
à esquerda do queixo.
Tudo exatamente de
acordo com a transcrição dos 4 evangelistas.
Ian Wilson (cientista)
atualmente em pesquisas sobre o HIV, e responsável pela maioria dos remédios
que retardam a doença, confrontou os diagnósticos científicos com os
evangelistas:
·
O
corpo está coberto de ferimentos (27,26), Mc (15,15) e Jô (19,1).
·
Inchações
da face Mt (27,30), Mc (15,19), Lc (22,63) e Jô (19,3).
·
Sangramento
do couro cabeludo por uma coroa de espinhos Mt (27,29), Mc (15,17) e Jô (19,2).
·
O
crucificado teve que carregar uma pesada peça de madeira João (19,17)
·
Este
crucificado caiu várias vezes sobre os joelhos. Mt (27,32), Mc (15,21) e Lc
(23,26).
·
A
crucificação foi feita por meio de cravos pregado nas mãos e nos pés, João (20,25).
·
As
pernas desse crucificado não foram partidas, o tórax foi penetrado por uma
lança, João (19,31-37).
Dr. Pierre Barbet
(médico e cirurgião do Hospital São José em Paris) chamou atenção para a
“surpreendente expressão de relevo” da imagem que, parece tridimensional.
Mais impressionante é
a imperturbável serenidade daquele rosto que, a despeito do verdadeiro massacre
que os hematomas testemunham, parece não guardar um traço de dor, medo ou
aflição. Aquele homem morreu em paz.
E viveu
As manchas de sangue
mais pronunciadas em torno das principais chagas e ferimentos aparecem em
negativo, ou seja, figuram como áreas mais claras sobre o fundo escuro da
imagem.
Barbet ficou
impressionado com a aparência de relevo dessas manchas, demonstrando, a seu
ver, terem sido produzidas por decalque, pelos coágulos sanguíneos em contato
direto com o tecido.
Sobre a mortalha, não
há sangue que tenha escorrido; só coágulos decalcados.
Isso quer dizer que:
O homem do Sudário
morreu, segundo o médico francês, por asfixia, pregado numa cruz.
Dois pontos indicam
que este crucificado era muito especial. Em primeiro lugar os ossos das
pernas não estavam quebrados, como prescreveu o autor dos Salmos:
"(Ele vela sobre
todos os seus ossos, nenhum deles se quebrou-Salmos 34,21)"e João
(19:31,37).
A fratura nas pernas
era de certa forma, um golpe de misericórdia na época. Isto porque a morte por
asfixia, se dava mais depressa.
O crucificado somente
podia respirar nos breves instantes em que, suportando as dores, apoiava-se no
cravo que o prendia pelos pés para levantar o corpo e assim poder movimentar os
músculos do tórax que, pela sua rígida contratura não permitia expelir o ar dos
pulmões. Em seguida o supliciado deixava cair novamente o corpo, apoiando-se
nos cravos das mãos. Novamente sufocava e tudo recomeçava.... Assim ficava
enquanto agüentasse ou lhe quebrassem as pernas, quando não mais podia se
apoiar no cravo dos pés e erguer o corpo pra renovar o ar dos pulmões, morrendo.
Com o crucificado do
Sudário não foi preciso quebrar-lhe as pernas porque a punhalada revelou que
ele fisicamente já havia falecido.
Os cravos não
poderiam ser pregados na palma das mãos porque o tecido se romperia deixando
cair o corpo.
Portanto esse
crucificado não teve um só osso fraturado, como afirma o Evangelho.
Em segundo a coroa de espinhos.
Dificilmente alguém se lembraria de impor a um condenado vulgar esse símbolo de
realeza;
“És tu o rei dos
Judeus?”.
A coroa não tem a
forma que aparece representada em inúmeros quadros, gravuras e esculturas. Não
foi um pequeno feixe de espinhos em circulo em torno da cabeça, mas uma espécie
de touca que a cobriu toda, fazendo-a sangrar abundantemente como atesta os
coágulos perfeitamente visíveis na testa e presos a massa dos cabelos; foram
contados, posteriormente, nas análises que abaixo iremos transcrever cerca de
50 a 55 furos na cabeça confirmando que não se tratava de uma coroa mas de uma
touca..
Uma das maravilhas do
mundo a estátua do Cristo Redentor, já retrata esta imagem, pois a coroa é
apenas uma auréola de espinhos no alto da cabeça.
Qual a história da
peça de linho?
O Sudário de Turim é
a mais espantosa e instrutiva prova de Jesus Cristo existente, mostrando na sua
simplicidade, qual a sua aparência ante os homens.
A convicção sobre a
autenticidade do sudário, é hoje partilhada por muitos cientistas:
Médicos,
radiologistas, criminologistas, físicos nucleares, técnicos em computação.
O Dr. Max Frei já
aposentado, autoridade mundial na técnica de identificar minúsculos grãos de
pólen, cortou pedaços de fita adesiva pressionou sobre o pano e concluiu que;
Há no sudário pólen
de seis espécies de plantas “exclusivamente palestinas” e outras da Turquia.
Isto autoriza a
conclusão de que o Santo Sudário NÃO é uma adulteração, nem cópia ou produção, contradizendo
a ciência convencional, que no seu orgulho e egoísmo, se fechou só vindo a
muito custo concordar com os fatos.
Mas Como teria Jesus
produzido a imagem,
Se não existe o menor
traço de tinta no sudário?
Então há sangue no
sudário?
Parece que não, pois
o que produziu a imagem não é uma substância que tenha penetrado na intimidade
das fibras do tecido;
Coloriu apenas a
camada superior da fibra, sem penetrar, sem haver embebido o linho que é
altamente absorvente.
Aliás, foi confirmado
em 1973, que a imagem não aparece no avesso do pano, o que confirma estar
impressa apenas levemente na superfície das fibras. A imagem foi criada “a
seco”; de acordo com verificações feitas por exame microscópico com aumentos de
17.000 e 50.000 vezes.
Todas as reações
químicas para testar a existência de sangue resultaram negativas.
Os grânulos que
produzem a coloração sépia da imagem no tecido, tratados quimicamente,
revelaram-se insolúveis,
“Indicação forte de que não há sangue no
sudário, apenas coágulos”;
Ante a dificuldade de
explicar o fenômeno desse auto-retrato, os cientistas começaram a apelar para
os computadores, para física nuclear.
Atenção:
A face impressa, não
possui nenhuma deformação ou distorção.
A imagem corresponde
a que se obteria na superfície plana de uma chapa de vidro (similar a uma cópia
xerográfica) e não a que se formaria em torno de uma cabeça; além disso, é uma imagem
negativa em si mesma.
“Pesquisadores
modernos estão inclinados à aceitação de um fenômeno raro que alguns
classificam como ‘parapsicológico’, paranormal ou mesmo “nuclear” “.
Ian Wilson
(pesquisador do HIV) - cientista, afirmou no capitulo final de seu livro O
último milagre que: “sem dúvida alguma, aquela imagem foi produzida por um
esforço consciente de vontade do ser que ali esteve envolvido na peça de
linho”.
A reconstituição
seria mais ou menos assim:
“O corpo do Cristo” –
não parece mais haver duvidas sobre sua autenticidade – foi removido da cruz e
transportado horizontalmente, ainda pregado no travessão (patíbulo), esgotando
pelo caminho praticamente todo o sangue que lhe restara (o sangue não se
coagula nas veias mesmo em cadáver).
Depositaram-no no
chão. Ali, os braços foram despregados. Ante o estado de rigidez cadavérica que
começava, colocados na posição em que aparecem, com as mãos cruzadas e apoiadas
sobre o púbis, como se vê na imagem. Para mantê-los ali foi preciso atá-los com
tiras. Também o queixo foi preso por uma tira e, talvez os pés.
O corpo não foi lavado nem ungido, como
prescrevia o ritual judaico, porque não havia mais tempo. O tempo corria. “Era
o dia da preparação – escreve Lucas (23,54) e já brilhavam as luzes do Sabá”.
Sábado era o dia do
descanso dedicado ao Senhor, depois transferido pela igreja para o domingo por
causa da ressurreição.
A lei não permitia
qualquer atividade no sábado, ainda mais com cadáveres. Com pressa foram
tomadas as providências mínimas, deixando-se para depois o cumprimento das
exigências do ritual.
Limitaram-se a
estender o corpo sobre uma das metades do linho e dobraram a outra metade por
cima da cabeça cobrindo-o até os pés, como se vê na gravura.
Quando encerrado o
Sabá, voltariam para concluir o sepultamento. Ali ficaria o corpo durante as
próximas 36 horas mais ou menos.
Nesse intervalo,
porem, algo inesperado e extraordinário aconteceu.
Algo como súbita, não
obstante, controlada desintegração nuclear desmaterializou o corpo e chamuscou
o pano apenas o suficiente para estampar nele, com absoluta fidelidade a imagem
do ser que ali estivera.
Ao atingir o tecido,
a energia que imprimiu o retrato em negativo encontrou aderidos ao pano os
coágulos, que ao serem desmaterializados, revertem à imagem, transformando-os
em manchas positivas. Esse flash energético é a única maneira até agora
admissível de explicar a aparência chamuscada da imagem bem como a não
existência de um corpo ou restos para Jesus.
O corpo não foi
roubado. Quem o roubasse teria também levado o pano que o envolvia.
Ao formular seus
dogmas, a igreja entendeu considerar a ressurreição como recomposição ou
reanimação do corpo.
Mas o texto básico da
fé católica “o Credo”, ensina que Jesus “ressurgiu dos mortos” o que está longe
de equivaler a ressuscitar, no sentido dogmático da palavra...
O termo latino
correspondente – resuscitare – traduz-se no dicionário Santos Saraiva como
despertar, reanimar,
A palavra suscitare –
sem o prefixo - tem a significação que é dada normalmente no grego, ou seja,
levantar, erguer, elevar. A palavra foi
empregada como expressão para descrever a chamada ressurreição do Cristo.
E se isto é assim,
então, há realmente uma grande diferença entre dizer que o Cristo despertou ou
reanimou-se depois de morto e afirmar que ele levantou ou ressurgiu dos mortos,
como diz o Credo...
O primeiro
significado pressupõe despertamento ou reanimação (trazer de volta a alma) ao
mesmo corpo; enquanto o segundo pode conter o sentido de que ele abandonou um
corpo – ou desintegrou-o – para levantar-se ou ressurgir em outro.
“Na primeira Epístola
aos Corintios Paulo explica como ressuscitam os mortos”.
Ele fala da
existência de dois corpos, um corruptível – a que chama natural – e outro
incorruptível ao que chama de corpo espiritual. Este é o que herdou o Reino do
Céu e não “a carne e o sangue”, diz ele.
Seja qual for a
posição de cada um não se pode ter duvidas de que a imagem estampada no sudário
de Turim é a de Jesus.
Certamente o
auto-retrato que Jesus escreveu e gravou com a sua luz tem muito a dizer.
Afinal, se o Cristo
não houvesse “ressurgido dos mortos”, vã seria toda a nossa fé e continuaríamos
presos aos nossos erros.
E se não tivesse tido
um corpo de carne tudo teria sido um imenso teatro a céu aberto.
E no domingo, quando
madalena viu duas figuras vestidas de branco exatamente ali onde estivera o
corpo do Mestre.
- Mulher porque
choras?
- Porque levaram o
corpo do meu senhor.
E ao dizer olhou pra
traz e viu outra fugira que supôs ser o jardineiro que lhe perguntou.
- Mulher porque choras?
A quem procuras?
- Senhor se tu o tiraste,
dize-me onde o puseste e eu o levarei.
- E o “jardineiro”.
- Maria.
- E ela virou-se e
entrou na história como a primeira testemunha da sobrevivência do Mestre.
- Raboni!
- E ele pediu que ela
não o tocasse (era o espírito materializado e seus braços vazariam a imagem.).
- Vai a meus irmãos e
dize-lhe que vou para meu Pai.
O Mestre se punha
agora como irmão.
E algum dia estarão
expulsas de nós as últimas sombras e nos ergueremos em corpos de luz...
Mas é preciso começar
já pelo pensamento...
FONTES:
O Santo Sudário
Hermínio Carvalho Miranda-As
Duas Faces da Vida
A Paixão de N.S.
Jesus Cristo
Segundo o Cirurgião Pierre
Barbert
MATERIAL
COMPLEMENTAR:
em 1898, o advogado
italiano Secondo Pia, não imaginava que um simples e despretensioso gesto seu
iria mudar substancialmente a história daquela sagrada relíquia.
fotógrafo amador, foi convidado
para pela primeira vez fotografar o venerável tecido durante uma exposição
pública, no período de 25 a 28 de maio daquele ano.
Qual não foi sua surpresa
ao constatar, quando revelou o filme, ter aparecido no negativo a figura de
Nosso Senhor Jesus Cristo, imperceptível na observação direta do pano.
Diante desse
acontecimento, o Santo Sudário saiu do quase anonimato, a que estava reduzido,
para a glória. A descoberta foi considerada como "a revelação de fim de
século", reacendendo o antigo fervor na devoção ao Sagrado Linho.
Esta devoção, até então
apenas popular, passou a ser um verdadeiro desafio à ciência.
Pesquisadores dos mais
diversos países acorreram a Turim e debruçaram-se sobre o misterioso lençol
para tentar decifrar o seu enigma.
Afinal, qual a origem daquele tecido? O que ele representava? Como foi
estampada aquela figura na foto?
Para a igreja, não havia
dúvidas. Aquela imagem impressa no negativo era a prova mais evidente da Paixão
e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
E por isso a relíquia era
digna de toda veneração.
O primeiro estudo sobre o
Sudário que se tornou público foi a análise médico-científica feita pelo Dr.
Pierre Barbet, em 1932. As conclusões, descritas no livro A paixão de
Cristo segundo o cirurgião, foram impressionantes:
‒ Na face havia sinais de
contusões, o nariz estava fraturado e a cartilagem descolada do osso;
‒ No corpo foram contados
120 sinais de golpes de açoite, produzidos por dois flageladores, um de cada
lado da vítima;
‒ O flagelo utilizado foi
o que se usava no Império Romano, composto de duas ou três correias de couro,
terminando em pequenos ossos de pontas agudas, ou em pequenas travas de chumbo
com duas bolas nas extremidades;
‒ duas chagas marcavam o ombro direito e a omoplata esquerdo;
‒ o peito muito saliente
denotava a terrível asfixia suportada durante a agonia;
‒ os pulsos apareciam perfurados, tendo o prego perfurante secionado em parte o
nervo mediano, fazendo contrair o polegar para dentro da palma da mão;
‒ pela curvatura das pernas e as perfurações nos pés, tem-se a nítida impressão
de que o esquerdo foi sobreposto ao direito e presos ao madeiro por um único
prego;
‒ Os dois joelhos estavam
chagados, características de tombos;
‒ Havia um sinal de
sangramento, produzido por grande ferida, no lado direito do tórax;
‒ Por fim, havia 50
perfurações na fronte, cabeça e nuca, compatíveis com a colocação de uma touca
de espinhos...
Era uma constatação
científica, totalmente coerente com a descrição evangélica da Paixão de Nosso
Senhor Jesus Cristo. Tratava-se realmente do Santo Sudário que envolvera o
corpo do Redentor, quando este foi descido da cruz para ser sepultado.
Continua inexplicável
para as ciências humanas a formação da imagem de Jesus Cristo no Santo Sudário
de Turim.
Até agora ninguém
conseguiu reproduzi-la de modo satisfatório, explicou ao Vatican Insider o
Dr. Nello Balossino, professor de Informática da Universidade de Turim, vice
diretor do Centro Internazionale di Sindonologia de Turim e especialista em
elaboração de imagens.
Mais ainda, ele revelou
que o Santo Sudário contém “informações tridimensionais”.
O Prof. Balossino esclareceu que a formação de uma imagem de tipo fotográfica é
produzida por uma energia luminosa sobre uma superfície sensível como um filme
ou um sensor digital.
Normalmente a impressão é
superficial, por isso um negativo fotográfico não possui informações
tridimensionais.
Mas não é bem isso que acontece
no Santo Sudário de Turim.
Nele, a imagem reage como
um negativo fotográfico sob certos aspectos, mas, na verdade, não é um negativo
no sentido da fotografia.
Cristo imprimiu o Sudário
enquanto se erguia ressuscitado.
O catedrático de Cirurgia
Plástica, Estética e Reparadora da Clínica Universidade de Navarra, Dr.
Bernardo Hontanilla, concluiu que o Santo Sudário, um objetos mais estudados do
mundo, teria sido impresso por Nosso Senhor Jesus Cristo no momento exato em
que seu Divino Corpo já ressuscitado começava a se erguer, segundo noticiou
o cotidiano madrilense
“ABC”.
A afirmação não é
desprovida de polêmica, sobretudo quando esta relíquia foi objeto de toda
espécie análises forenses, hematológicas, têxteis, químico-biológicas,
botânicas e iconográficas, para dizer algo, mas nunca até agora havia sido
analisada “do ponto de vista de um cirurgião plástico”.
O estudo do Dr. Hontanilla foi publicado na revista “Sciencia et Fides”
(“Ciência e Fé”), num esforço conjunto da Universidade Nicolás Copérnico de
Torun, Polônia, e da Universidade de Navarra.
Ele concluiu que o Santo
Sudário de Turim “mostra simultaneamente sinais de morte e de vida de uma pessoa
que deixou sua imagem impressa no momento em que estava viva”.
Para o professor
anatomista espanhol, “é razoável achar que se a Sindone (do grego, lençol)
cobriu o corpo de Jesus, Ele queria não somente nos mostrar os signos da morte,
mas também da ressurreição no mesmo objeto”.
Para chegar a essa original conclusão, o catedrático, que é especializado em
cirurgia de paralisia facial, analisou vários detalhes da postura do corpo
estampado no Santo Sudário e em diversas reconstruções em 3D de cientistas
recentes.
O mesmo trabalho de
produção de uma imagem em três dimensões mais fidedigno possível foi realizado
por equipes científicas independentes, que chegaram a resultados de uma
semelhança notável.
O médico fez várias
provas com homens de entre 30 e 40 anos, com características atléticas entre
1,70 e 1,80 m de altura.
Solicitou-lhes que se
levantassem do solo a partir da posição decúbito supino. Todas essas personas
“mostraram a tendência de levar as mãos às partes pudendas, a flexionar o
tronco, a elevar a cabeça fazendo uma semi flexão, e a apoiar uma planta do pé
com flexão menor da perna contralateral e certo grau de rotação interna, como
acontece na figura observada no Santo Sudário”.
O Dr. Hontanilla reforça
seu argumento de que o Homem do Sudário estava vivo no momento da
impressão da imagem com os sulcos nasogenianos (parte da asa do
nariz no sentido oblíquo até à comissura dos lábios, também chamada ruga de
amargura) e nasolabiais (dobras da pele, uma de cada lado do rosto, da lateral
do nariz até os cantos da boca). Eles separam as bochechas do lábio superior do
rosto que se apreciam na imagem.
“A posição do corpo –
acrescenta – mostra esse primeiro e incipiente gesto de levantamento que pode
ter acontecido em décimos ou segundos para depois se desvanecer e atravessar o
lençol”, diz.
Dessa maneira, o
catedrático defende que “no momento em que essa imagem foi gravada a pessoa
estava viva”.
“Afirmo e defendo
cientificamente onde quer que seja. Se todos esses sinais que
aparecem no Sudário nós os reunimos com quanto está escrito nos Evangelhos,
então coincidem cem por cento, não só na morte, mas também na
ressurreição.
“Tanto os sinais estáticos
da morte quanto os dinâmicos de vida estão juntos no mesmo objeto. Se a imagem
da Sindone é a de Jesus Cristo, então é uma prova para os cristãos de sua morte
e ressurreição”, sustentou.
O presidente do Centro
Espanhol de Sindologia (CES), Jorge Manuel Rodríguez Almenar, que dedicou boa
parte de sua vida em investigar o impacto do Sudário na História da Arte, fala
com prudência.
E destaca que a ciência
“no Santo Sudário não pode falar de ressurreição, mas sim de desaparição do
cadáver.
“Se a imagem estampada no
Santo Sudário é uma pegada da transformação de um corpo físico a metafísico ou
glorioso não é uma coisa que a ciência possa provar.
“Porque supõe dar um
salto para além da ciência, porquanto a ressurreição é um conceito que não é
físico e desmaterialização ou desintegração, já não é área da ciência dita oficial
nos seus conhecimentos”.
FONTES:
Diogo Waki
ciência confirma a igreja
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