quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

OS EXILADOS DO PLANETA TERRA

 

OS EXILADOS DO PLANETA TERRA

A Terra está deixando de ser um planeta de provas e expiações (onde o mal supera o bem) para se tornar um planeta de regeneração (onde o bem começa a ser superior ao mal).

Espíritos rebeldes à Lei de Deus não poderão habitar mais nele porque atrapalharão sua evolução. Já estamos naquela “peneira” simbólica que Jesus mencionou, onde está havendo a separação do joio (espíritos rebeldes a lei de Deus), do trigo (espíritos bons).

E esta separação ocorre no plano espiritual quando desencarnarmos, como agora com esse desencarne em massa.

Lá, enquanto estivermos sendo preparados para reencarnar serão selecionados quem retornará e quem não retornará ao planeta Terra. Os que não irão retornar encarnarão em mundos inferiores até deixar de serem rebeldes. Só então poderão retornar a Terra. Esse desencarne coletivo que estamos assistindo agora, não se refere apenas a vida atual, mas aos débitos acumulados e não aproveitados em resgate nesta escola chamada terra.

 

“Ninguém se queixa inutilmente. A dor é processo. A perfeição é o fim. Assim sendo, caminheiros da evolução ou da redenção têm, cada qual, a sua cruz. Esse almeja, aquele deve. E para realizar ou ressarcir, a vida pede preço. Ninguém conquista algo, sem esforçar-se de algum modo; e ninguém resgata esse ou aquele débito, sem sofrimento. Enquanto a criatura não adquire consciência da própria responsabilidade, movimenta-se no mundo à feição de semirracional, amontoando problemas sobre a própria cabeça. Entretanto, acordando para a necessidade da paz consigo mesma, descobre de imediato a cruz que lhe cabe ao próprio burilamento.

Encarnados e desencarnados, jungidos à Terra, vinculam-se todos ao mesmo impositivo de progresso e resgate. No círculo carnal, a cruz é a dificuldade orgânica, o degrau social, o parente infeliz.

No plano espiritual, é a vergonha do defeito íntimo não vencido, a expiação da culpa, o débito não pago. Tenhamos, pois, a coragem precisa de seguir o Senhor em nosso anseio de ressurreição e vitória. Para isso, porém, não podemos esquecer de que será preciso superar o egoísmo cristalizado e tomar a nossa cruz. ” “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. ”

(Jesus. Mc,8:34)

OS TRÊS CICLOS

Para melhor metodização do estudo que vamos fazer, deste tão singular e interessante assunto, julgamos aconselhável dividir a história da vida humana, na Terra, em três períodos ou ciclos que, muito embora diferentes das classificações oficiais, nem por isso, todavia, representam discordância em relação a elas; adotamos uma divisão arbitrária, unicamente por conveniência didática, segundo um ponto de vista todo pessoal:

1º Ciclo: Começa no ponto em que os Prepostos do Cristo, já havendo determinado  os tipos dos seres dos três reinos inferiores e terminado as experimentações fundamentais para a criação do até hoje misterioso tipo de transição entre os reinos animal e humano, apresentaram, como espécime­ padrão, adequado às condições de vida no planeta, esta forma corporal crucífera, símbolo da evolução pelo sofrimento  que, aliás, com ligeiras modificações, se reflete no sistema sideral de que fazemos parte e até onde se estende a autoridade espiritual de Jesus Cristo, o sublime arquiteto e divino diretor planetário. O ciclo prossegue com a evolução, no astral do planeta, dos espíritos que formaram a Primeira Raça ­Mãe; depois com a encarnação dos homens primitivos na Segunda Raça­ Mãe, suas sucessivas gerações e selecionamentos periódicos para aperfeiçoamentos etnográficos: na terceira e na quarta, com a migração de espíritos vindos da Capela; corrupção moral subsequente e expurgo da Terra com os cataclismos que a tradição espiritual registra. 

2º Ciclo: Inicia­-se com as massas sobreviventes desses cataclismos; atravessa toda a fase consumida com a formação de novas e mais adiantadas sociedades humanas e termina com a vinda do Messias Redentor. 

3º Ciclo: Começa no Gólgota, com o último ato do sacrifício do Divino Mestre, e vem até nossos dias, devendo encerrar-­se com o advento do Terceiro Milênio, em pleno Aquário, quando a humanidade sofrerá novo expurgo - que é o predito por Jesus, nos seus ensinamentos, anunciado desde antes pelos profetas hebreus, simbolizado por João, no Apocalipse, e confirmado pelos emissários da Terceira Revelação - época em que se iniciará, na Terra, um período de vida moral mais perfeito, para tornar realidade os ensinamentos contidos nos evangelhos cristãos.

OS EXILADOS DE CAPELA

Jesus, nos seus ensinamentos, anunciado desde antes pelos profetas hebreus, simbolizado por João, no Apocalipse, e confirmado pelos emissários da Terceira Revelação —  época em que se iniciará, na Terra, um período de vida moral mais perfeito, para tornar realidade os ensinamentos contidos nos evangelhos cristãos

 

BREVE RESUMO

O que ocorreu com esses exilados de Capela; e não se espante pois é o mesmo que está ocorrendo agora; desencarne em massa.

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres usam em seus estudos, observa-se uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela.

Auriga (abreviação: Aur), o Cocheiro ou, historicamente, o Auriga, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Aurigae.

As constelações limítrofes, segundo a padronização atual, são os Gêmeos, o Perseu, o Órion, a Girafa, o Touro e a Lince. Conhecida desde a antiguidade, é facilmente reconhecível pelo pentágono que forma com as estrelas Alfa do Cocheiro (vulga Capela), Beta do CocheiroIota do CocheiroTéta do Cocheiro e a intrusa Beta do Touro

 

Há vários milênios, um dos planetas da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingiu o ponto máximo de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos.

Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, dificultando o progresso daqueles povos cheios de piedade e virtudes.

As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmo, resolveram, então, trazer aqueles Espíritos aqui para a Terra longínqua.

Na Terra, eles aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penoso do seu ambiente, as grandes conquistas do coração, impulsionando, simultaneamente, o progresso dos povos primitivos que habitavam este planeta.

Foi assim que Jesus, como governador da Terra, recebeu, à luz do Seu reino de amor e de justiça, aquela multidão de seres sofredores e infelizes.

Jesus mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-os no halo bendito da Sua misericórdia e da Sua caridade sem limites.

Abancou-lhes as lágrimas salutares, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a Sua vinda no porvir.

Esses Espíritos, vindos de um mundo em que o progresso já estava bem acentuado, guardavam no coração a sensação do paraíso perdido.

Ao encarnar na Terra, se dividiram em quatro grandes grupamentos dando origem à raça branca, ou adâmica, que até então não existia no orbe terrestre.

Formaram, desse modo, o grupo das árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.

Tendo ouvido a palavra do Divino Mestre antes de chegar à Terra, guardavam a lembrança da promessa do Cristo.

Eis por que as grandezas do Evangelho foram previstas e cantadas alguns milênios antes da vinda do Sublime Galileu, no seio de todos os povos, pelos antigos profetas.

Dentre os Espíritos exilados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do bem e no culto da verdade.

Importa considerar que eram eles os que possuíam menos débitos perante as leis Divinas.

Em razão de seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante.

Uma saudade torturante de seu mundo distante, onde deixaram seus mais caros afetos, foi a base de todas as suas organizações religiosas.

Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

Isso explica por que muitas raças que trouxeram grande contributo de conhecimentos à Terra, desapareceram há muito tempo.

Informações sobre a História da Humanidade terrestre foram trazidas pelo Espírito Emmanuel, através de Chico Xavier mo livro A caminho da luz.

Nesse livro você encontrará esclarecimentos sobre as grandes civilizações do passado, sobre a trajetória evolutiva do planeta, e muitas outras.

Irá entender porque Jesus afirmou que os mansos herdarão a Terra.

Descobrirá, também, que a Terra não está desgovernada; que no leme dessa gigantesca nave está Jesus, com mãos firmes e olhar sereno.

Os mundos também estão sujeitos à lei de progresso.

A Terra, por exemplo, já foi mundo primitivo, e hoje está na categoria de provas e expiações, que é apenas o segundo degrau da escala evolutiva.

Como o progresso é da lei, um dia a Terra atingirá o ponto máximo do atual ciclo evolutivo e passará para a categoria de mundo de regeneração, e assim por diante.

Por isso vale a pena investir na melhoria do ser humano, pois só assim conseguiremos transformar a Terra em um mundo de paz e felicidade.

Visão espírita: quem foram os exilados de capela?

O termo “Exilados de capela” foi citado pela primeira vez no livro “A Caminho da Luz”, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emmanuel.

Emmanuel fala sobre os Exilados de Capela:

Conta a história de um planeta do sistema de Capela, situado na constelação de Cocheiro, que, há cerca de dez mil anos, passava por importantes obras morais.

Os relatos dos espíritos de luz informam que este planeta estava passando por um momento de evolução, o que levaria a tão aguardada regeneração.

No entanto, haviam alguns espíritos degredados – embora evoluídos em escala astral – que ainda retardavam a evolução. Os governadores deste mundo decidiram então exilá-los para o planeta terra – mundo de provas e expiações, onde consciências trabalham pela própria renovação

 

Sistema de capela

No sistema de Capela não existia espaço para espíritos degenerados, voltados às animosidades, a excessos de todas as ordens e vícios.

Assim, não acompanhando a evolução deste planeta, a terra foi uma alternativa para esses espíritos, já que estava no início de seu processo evolutivo.

Segundo Emmanuel, o objetivo desta ação foi realizar a renovação dos espíritos banidos num mundo que lhes era mais apropriado a aquele momento.

Neste período, de acordo com o mentor espiritual de Chico, os capelinos trouxeram grandes saltos evolutivos para o nosso mundo. Estima-se que viveram no período neolítico – entre 10.000 a.C. e 4.000 a.C.

Decisões como esta apontaram que o nosso planeta deu a oportunidade aos exilados de Capela serem mais úteis para os que aqui residem e também para si próprios.

Podemos concluir que é perfeitamente possível que este planeta exista, pois, mestre Jesus disse na Bíblia que: “existem muitas moradas na casa de meu pai”. Portanto, podemos entender que há diversos mundos mais evoluídos que o nosso.

Espiritualidade superior prevê dois importantes períodos para a terra:

Primeiro: virão para a terra espíritos altamente evoluídos que farão um renascimento da humanidade. Preparando-nos para a regeneração (que já começaram a vir desde 2001).

Segundo: espíritos comprometidos com o mal que trazem más influências ao nosso planeta, serão degredados para mundos inferiores (pela morte ou pela pandemia ou natural).

Após este período, a terra poderá se regenerar para um mundo mais evoluído. Façamos a nossa parte amando uns aos outros como a nós mesmos.

Enquanto aguardam ansiosos pela descoberta de uma vacina (que só virá no tempo devido), que os imunize contra o vírus que atordoai a humanidade, não vos esqueceis da imunização espiritual que se alcança com a vivencia com a vivencia dos princípios do Evangelho de Jesus;

 

Adão e o povoamento da Terra

A Bíblia e a própria História da Humanidade, mostra que não descendemos de Adão e Eva que teriam vivido no período neolítico, quando surgiram o pastoreio e o cultivo da terra.

O Espiritismo nos ensina que a espécie humana não começou por um único homem e que aquele a quem chamamos Adão não foi o primeiro nem o único a povoar a Terra. Em que época viveu Adão? “Mais ou menos na que lhe assinais: cerca de 4.000 anos antes do Cristo”, disseram os Espíritos superiores.

De fato, a narrativa contida no cap. 4 do Gênesis nos leva ao mesmo entendimento, porque somente no período neolítico – entre os anos 5.000 a.C. e 2.500 a.C. – é que surgiu na Terra o pastoreio, seguido do cultivo da terra, e o homem passou de caçador a pastor. Ora, Caim cultivava o solo e seu irmão Abel era pastor, o que prova que a data indicada pelos Espíritos a respeito da época em que viveu Adão é compatível com os registros históricos.

Como o povoamento da Terra se iniciou em épocas bem mais recuadas, é evidente que não descendemos dos pais de Abel e Caim, mas de outros ancestrais que teriam vivido muito antes.

OS EXILADOS DE CAPELA

Adão e Eva, diz Emmanuel, constituem apenas uma lembrança dos Espíritos que foram degredados na paisagem da Terra da mesma maneira que Caim e Abel são dois símbolos para a personalidade das criaturas (mal e bem). Os primeiros antepassados do homem remontam ao período terciário, onde vamos encontrar, sob a orientação das esferas espirituais, alguns grupos de antropoides do Plioceno inferior.

Os exilados de Capela

Adão e Eva, diz Emmanuel, constituem apenas uma lembrança dos Espíritos que foram degredados na paisagem da Terra. Esses antropoides

 

e os ascendentes dos símios tiveram a sua evolução em pontos convergentes, daí os parentescos sorológicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanzé.

 

Os antropóides das cavernas espalharam-se, aos grupos, pela superfície do globo, ao longo dos séculos, sofrendo as influências do meio e formando os pródromos das coletividades futuras. Extraordinárias experiências foram realizadas então pelos mensageiros do invisível, até fixarem no "primata" os característicos aproximados do homem futuro. Os séculos correram, até que um dia os Espíritos operaram uma definitiva transição no corpo perispiritual preexistente dos homens primitivos, surgindo assim os primeiros selvagens de compleição melhorada.

Há muitos milênios um dos orbes de Capela – uma grande estrela situada na Constelação de Cocheiro, cuja luz gasta 42 anos para chegar à Terra – atingira a culminância de um dos seus ciclos evolutivos. Alguns milhões de Espíritos rebeldes ali existiam, no caminho da evolução geral, dificultando o progresso, e foram localizados na Terra, reencarnando aqui como descendentes dos "primatas".  

 

As chamadas raças adâmicas – Com a encarnação daqueles Espíritos nasceram na Terra os ascendentes dos povos de pele branca. Estabelecidos em sua maioria na Ásia, eles se encaminharam depois, atravessando a África, para a longínqua Atlântida. Chamadas de raças adâmicas, por alusão a Adão, esses povos guardavam vaga lembrança de seu passado, e as tradições do Paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até ficarem arquivadas nas páginas da Bíblia.

Com o transcurso dos anos, elas se reuniram em quatro grandes grupos, que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades que as associavam no planeta em que viveram, no sistema planetário comandado por Capela. Unidos, novamente, formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.

Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-europeia, incluindo aí os latinos, os celtas, os gregos, os germanos e os eslavos. Além de formarem os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, elas introduziram os mais largos benefícios no seio dos povos de peles amarela e negra, que já existiam no planeta. Na ocasião da chegada dos exilados de Capela – acrescenta Emmanuel –, o primata hominis se encontrava arregimentado em tribos numerosas.

Dos Espíritos degredados, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do Bem e no culto da Verdade e eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Nos círculos esotéricos do velho Egito sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, e se conhecia igualmente a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução das leis físicas e sociais da existência terrestre. A comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para eles questões também conhecidas.

Os arianos e o cultivo da terra – Os papiros provam que os iniciados do velho Egito sabiam da existência do corpo espiritual e que seu conhecimento a respeito das energias solares, com relação ao magnetismo humano, era muito superior ao nosso. Eis a razão por que o ambiente dos túmulos egípcios era saturado por um estranho magne­tismo.

Dos Espíritos exilados de Capela, os que se agruparam às margens do Ganges foram, contudo, os primeiros a formar os pródromos de uma sociedade organizada. As organizações hindus são anteriores à própria civilização egípcia e aos agrupamentos israelitas. Era na Índia de então que se reuniram os arianos puros, que cultivavam também as lendas de um mundo perdido, que alguns pensavam ser o antigo continente da Lemúria. Desse povo descendem todos os povos arianos que floresceram, mais tarde, na Europa. É por isso que todas as línguas dos povos de pele branca guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, língua que constituía uma reminiscência de sua existência passada, em outros planos.

Se as civilizações hindu e egípcia se definiram no mundo em breves séculos, o mesmo não aconteceu com os arianos que se transferiram para a Europa, onde se iniciaram os seus movimentos evolutivos. Tais Espíritos eram, na sua maioria, indivíduos revoltados com o seu degredo. Muito dedicados ao trabalho, foi com eles que a agricultura e as indústrias pastoris encontraram os primeiros impulsos. Com as organizações econômicas, oriundas do trato direto com o solo, deixaram, no entanto, perceber a lembrança de suas lutas no antigo mundo que haviam deixado. 

Segundo os cientistas existiram 18 Evas : - Em maio de 2000, cientistas vinculados às  Universidades Emory, de Atlanta (Geórgia), e Stanford (Califórnia), ambas situadas na América do Norte, divulgaram os resultados de uma pesquisa singular realizada com base nas mutações do DNA. A conclusão dos pesquisadores é que descendemos, de fato, de 18 linhagens genéticas femininas e 10 linhagens masculinas, que provavelmente provieram de um casal que teria vivido há cerca de 200.000 anos, mas esse casal não era então o único a habitar a Terra.

.

Adão e Eva, que segundo o Gênesis teriam vivido na Terra há 6.000 anos, não são, portanto, os pais da Humanidade terrena, como aliás a própria Bíblia   dá   a   entender ao   revelar   que   Caim, primogênito de Adão, ao deixar a casa paterna casou-se com uma mulher e, em homenagem ao seu primeiro filho, construiu uma cidade. Ora, ninguém constrói uma cidade se não houver pessoas para habitá-la.

Os resultados encontrados por Douglas Wallace e seus companheiros de Atlanta, fundamentados nas leis da Biologia, coincidem com as principais descobertas arqueológicas. Com base nas mutações sofridas pelo DNA dos europeus, eles calcularam que os primeiros Homo sapiens, provenientes da África, chegaram à Europa entre 40.000 e 50.000 anos atrás, datação que é respaldada pela análise química de vários fósseis encontrados no continente.

Um dado interessante que confirma o relato de Emmanuel sobre os povos existentes na Terra quando da chegada dos espíritos exilados de Capela é que a África e a Ásia, segundo a pesquisa aqui referida foram efetivamente o berço da vida humana em nosso mundo e que os europeus se formaram com as ramificações dos povos que habitaram primeiro África e Ásia.

Fontes: 

F.C. Xavier – “Palavras de Vida Eterna”

Boletim Espírita

Brasil Escola 

Rede Amigo Espírita(Leticia Lopes)

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão

Wikipédia

Redação do Momento Espírita

Nenhum comentário:

Postar um comentário