OS EXILADOS DO
PLANETA TERRA
A Terra está
deixando de ser um planeta de provas e expiações (onde o mal supera o bem) para
se tornar um planeta de regeneração (onde o bem começa a ser superior ao mal).
Espíritos rebeldes
à Lei de Deus não poderão habitar mais nele porque atrapalharão sua evolução.
Já estamos naquela “peneira” simbólica que Jesus mencionou, onde está havendo a
separação do joio (espíritos rebeldes a lei de Deus), do trigo (espíritos
bons).
E esta separação
ocorre no plano espiritual quando desencarnarmos, como agora com esse
desencarne em massa.
Lá, enquanto
estivermos sendo preparados para reencarnar serão selecionados quem retornará e
quem não retornará ao planeta Terra. Os que não irão retornar encarnarão em
mundos inferiores até deixar de serem rebeldes. Só então poderão retornar a
Terra. Esse desencarne coletivo que estamos assistindo agora, não se refere
apenas a vida atual, mas aos débitos acumulados e não aproveitados em resgate
nesta escola chamada terra.
“Ninguém se queixa inutilmente. A dor é processo. A
perfeição é o fim. Assim sendo, caminheiros da evolução
ou da redenção têm, cada qual, a sua cruz. Esse almeja, aquele deve. E para
realizar ou ressarcir, a vida pede preço. Ninguém conquista algo, sem
esforçar-se de algum modo; e ninguém resgata esse ou aquele débito, sem
sofrimento. Enquanto a criatura não adquire consciência da própria
responsabilidade, movimenta-se no mundo à feição de semirracional, amontoando
problemas sobre a própria cabeça. Entretanto, acordando para a necessidade da
paz consigo mesma, descobre de imediato a cruz que lhe cabe ao próprio
burilamento.
Encarnados e
desencarnados, jungidos à Terra, vinculam-se todos ao mesmo impositivo de
progresso e resgate. No círculo carnal, a cruz é a dificuldade orgânica, o
degrau social, o parente infeliz.
No plano
espiritual, é a vergonha do defeito íntimo não vencido, a expiação da culpa, o
débito não pago. Tenhamos, pois, a coragem precisa de seguir o Senhor em nosso
anseio de ressurreição e vitória. Para isso, porém, não podemos esquecer de que
será preciso superar o egoísmo cristalizado e tomar a nossa cruz. ” “Se alguém
quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. ”
(Jesus. Mc,8:34)
OS TRÊS CICLOS
Para melhor metodização
do estudo que vamos fazer, deste tão singular e interessante assunto, julgamos
aconselhável dividir a história da vida humana, na Terra, em três períodos ou ciclos
que, muito embora diferentes das classificações oficiais, nem por isso,
todavia, representam discordância em relação a elas; adotamos uma divisão
arbitrária, unicamente por conveniência didática, segundo um ponto de vista
todo pessoal:
1º Ciclo:
Começa no ponto em que os Prepostos do Cristo, já havendo determinado os
tipos dos seres dos três reinos inferiores e terminado as experimentações
fundamentais para a criação do até hoje misterioso tipo de transição entre os
reinos animal e humano, apresentaram, como espécime padrão, adequado às
condições de vida no planeta, esta forma corporal crucífera, símbolo da
evolução pelo sofrimento que, aliás, com ligeiras modificações, se
reflete no sistema sideral de que fazemos parte e até onde se estende a
autoridade espiritual de Jesus Cristo, o sublime arquiteto e divino diretor
planetário. O ciclo prossegue com a evolução, no astral do planeta, dos
espíritos que formaram a Primeira Raça Mãe; depois com a encarnação dos homens
primitivos na Segunda Raça Mãe, suas sucessivas gerações e selecionamentos
periódicos para aperfeiçoamentos etnográficos: na terceira e na quarta, com a
migração de espíritos vindos da Capela; corrupção moral subsequente e expurgo
da Terra com os cataclismos que a tradição espiritual registra.
2º Ciclo:
Inicia-se com as massas sobreviventes desses cataclismos; atravessa toda a
fase consumida com a formação de novas e mais adiantadas sociedades humanas e
termina com a vinda do Messias Redentor.
3º Ciclo:
Começa no Gólgota, com o último ato do sacrifício do Divino Mestre, e vem
até nossos dias, devendo encerrar-se com o advento do Terceiro Milênio, em
pleno Aquário, quando a humanidade sofrerá novo expurgo - que é o
predito por Jesus, nos seus
ensinamentos, anunciado desde antes pelos profetas hebreus, simbolizado por
João, no Apocalipse, e confirmado pelos emissários da Terceira Revelação -
época em que se iniciará, na Terra, um período de vida moral mais perfeito,
para tornar realidade os ensinamentos contidos nos evangelhos cristãos.
OS
EXILADOS DE CAPELA
Jesus, nos seus
ensinamentos, anunciado desde antes pelos profetas hebreus, simbolizado por
João, no Apocalipse, e confirmado pelos emissários da Terceira
Revelação — época em que se iniciará, na Terra, um período de
vida moral mais perfeito, para tornar realidade os ensinamentos contidos
nos evangelhos cristãos
BREVE RESUMO
O que ocorreu com
esses exilados de Capela; e não se espante pois é o mesmo que está ocorrendo
agora; desencarne em massa.
Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres usam em seus
estudos, observa-se uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu,
na Terra, o nome de Cabra ou Capela.
Auriga (abreviação: Aur), o Cocheiro ou,
historicamente, o Auriga, é uma constelação do hemisfério celestial
norte. O genitivo, usado para formar nomes de
estrelas, é Aurigae.
As constelações limítrofes, segundo a padronização atual, são os Gêmeos,
o Perseu,
o Órion,
a Girafa,
o Touro e
a Lince.
Conhecida desde a antiguidade, é facilmente
reconhecível pelo pentágono que forma com as estrelas Alfa do Cocheiro (vulga Capela), Beta do Cocheiro, Iota do Cocheiro, Téta do Cocheiro e a intrusa Beta do Touro
Há vários milênios, um dos planetas da Capela, que guarda muitas
afinidades com o globo terrestre, atingiu o ponto máximo de um dos seus
extraordinários ciclos evolutivos.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, dificultando o
progresso daqueles povos cheios de piedade e virtudes.
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmo,
resolveram, então, trazer aqueles Espíritos aqui para a Terra longínqua.
Na Terra, eles aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos
penoso do seu ambiente, as grandes conquistas do coração, impulsionando,
simultaneamente, o progresso dos povos primitivos que habitavam este planeta.
Foi assim que Jesus, como governador da Terra, recebeu, à luz do
Seu reino de amor e de justiça, aquela multidão de seres sofredores e
infelizes.
Jesus mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na
Terra, envolvendo-os no halo bendito da Sua misericórdia e da Sua caridade sem
limites.
Abancou-lhes as lágrimas salutares, fazendo-lhes sentir os
sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a
Sua vinda no porvir.
Esses Espíritos, vindos de um mundo em que o progresso já estava
bem acentuado, guardavam no coração a sensação do paraíso perdido.
Ao encarnar na Terra, se dividiram em quatro grandes grupamentos
dando origem à raça branca, ou adâmica, que até então não existia no orbe
terrestre.
Formaram, desse modo, o grupo das árias, a civilização do
Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.
Tendo ouvido a palavra do Divino Mestre antes de chegar à Terra,
guardavam a lembrança da promessa do Cristo.
Eis por que as grandezas do Evangelho foram previstas e cantadas
alguns milênios antes da vinda do Sublime Galileu, no seio de todos os povos,
pelos antigos profetas.
Dentre os Espíritos exilados na Terra, os que constituíram a
civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do bem e no
culto da verdade.
Importa considerar que eram eles os que possuíam menos débitos
perante as leis Divinas.
Em razão de seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo
uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante.
Uma saudade torturante de seu mundo distante, onde deixaram seus
mais caros afetos, foi a base de todas as suas organizações religiosas.
Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados
conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria
sideral.
Isso explica por que muitas raças que trouxeram grande contributo
de conhecimentos à Terra, desapareceram há muito tempo.
Informações sobre a História da Humanidade terrestre foram
trazidas pelo Espírito Emmanuel, através de Chico Xavier mo livro A caminho da
luz.
Nesse livro você encontrará esclarecimentos sobre as grandes
civilizações do passado, sobre a trajetória evolutiva do planeta, e muitas
outras.
Irá entender porque Jesus afirmou que os mansos herdarão a Terra.
Descobrirá, também, que a Terra não está desgovernada; que no leme
dessa gigantesca nave está Jesus, com mãos firmes e olhar sereno.
Os mundos também estão sujeitos à lei de progresso.
A Terra, por exemplo, já foi mundo primitivo, e hoje
está na categoria de provas e expiações, que é apenas o segundo degrau da
escala evolutiva.
Como o progresso é da lei, um dia a Terra atingirá o ponto máximo
do atual ciclo evolutivo e passará para a categoria de mundo de regeneração, e
assim por diante.
Por isso vale a pena investir na melhoria do ser humano, pois só
assim conseguiremos transformar a Terra em um mundo de paz e felicidade.
Visão espírita: quem foram os
exilados de capela?
O termo “Exilados de capela” foi citado pela primeira vez no livro
“A Caminho da Luz”, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito
Emmanuel.
Emmanuel fala sobre os
Exilados de Capela:
Conta
a história de um planeta do sistema de Capela,
situado na constelação de Cocheiro, que, há cerca de dez mil anos, passava por
importantes obras morais.
Os relatos dos espíritos de
luz informam que este planeta estava passando por um momento de evolução, o que
levaria a tão aguardada regeneração.
No entanto, haviam alguns espíritos degredados – embora evoluídos
em escala astral – que ainda retardavam a evolução. Os governadores deste
mundo decidiram então exilá-los para o planeta terra – mundo de provas e
expiações, onde consciências trabalham pela própria renovação
Sistema de capela
No sistema de Capela não existia espaço para
espíritos degenerados, voltados às animosidades, a excessos de todas as ordens
e vícios.
Assim, não acompanhando a evolução deste planeta, a
terra foi uma alternativa para esses espíritos, já que estava no início de seu
processo evolutivo.
Segundo Emmanuel, o objetivo desta ação foi realizar
a renovação dos espíritos banidos num mundo que lhes era mais apropriado a
aquele momento.
Neste período, de acordo com o mentor espiritual de
Chico, os capelinos trouxeram grandes saltos evolutivos para o nosso mundo.
Estima-se que viveram no período neolítico – entre 10.000 a.C. e 4.000 a.C.
Decisões como esta
apontaram que o nosso planeta deu a oportunidade aos exilados de Capela serem
mais úteis para os que aqui residem e também para si próprios.
Podemos concluir que é perfeitamente possível que
este planeta exista, pois, mestre Jesus disse na Bíblia que: “existem muitas
moradas na casa de meu pai”. Portanto, podemos entender que há diversos mundos
mais evoluídos que o nosso.
Espiritualidade superior
prevê dois importantes períodos para a terra:
Primeiro: virão para a
terra espíritos altamente evoluídos que farão um renascimento da humanidade.
Preparando-nos para a regeneração (que já começaram a vir desde 2001).
Segundo: espíritos
comprometidos com o mal que trazem más influências ao nosso planeta, serão
degredados para mundos inferiores (pela morte ou pela pandemia ou natural).
Após este período, a terra poderá se regenerar para
um mundo mais evoluído. Façamos a nossa parte amando uns aos outros como a nós
mesmos.
Enquanto aguardam
ansiosos pela descoberta de uma vacina (que só virá no tempo devido), que os imunize
contra o vírus que atordoai a humanidade, não vos esqueceis da imunização
espiritual que se alcança com a vivencia com a vivencia dos princípios do
Evangelho de Jesus;
Adão e o povoamento
da Terra
A Bíblia e a própria História da Humanidade,
mostra que não descendemos de Adão e Eva que teriam vivido no período
neolítico, quando surgiram o pastoreio e o cultivo da terra.
O Espiritismo nos ensina que a espécie
humana não começou por um único homem e que aquele a quem chamamos Adão não foi
o primeiro nem o único a povoar a Terra. Em que época viveu Adão? “Mais ou
menos na que lhe assinais: cerca de 4.000 anos antes do Cristo”, disseram os
Espíritos superiores.
De
fato, a narrativa contida no cap. 4 do Gênesis nos leva ao mesmo
entendimento, porque somente no período neolítico – entre os anos 5.000 a.C. e 2.500 a.C. – é que surgiu na
Terra o pastoreio, seguido do cultivo da terra, e o homem passou de caçador a
pastor. Ora, Caim cultivava o solo e seu irmão Abel era pastor, o que prova que
a data indicada pelos Espíritos a respeito da época em que viveu Adão é
compatível com os registros históricos.
Como o povoamento da Terra se iniciou
em épocas bem mais recuadas, é evidente que não descendemos dos pais de Abel e
Caim, mas de outros ancestrais que teriam vivido muito antes.
OS EXILADOS DE CAPELA
Adão e Eva, diz Emmanuel, constituem apenas uma lembrança dos Espíritos
que foram degredados na paisagem da Terra da mesma maneira que Caim e Abel são dois
símbolos para a personalidade das criaturas (mal e bem). Os primeiros
antepassados do homem remontam ao período terciário, onde vamos encontrar, sob
a orientação das esferas espirituais, alguns grupos de antropoides do Plioceno
inferior.
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Os exilados de Capela Adão e Eva, diz Emmanuel, constituem apenas uma lembrança
dos Espíritos que foram degredados na paisagem da Terra. Esses antropoides |
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e os ascendentes dos símios tiveram a sua
evolução em pontos convergentes, daí os parentescos sorológicos entre o
organismo do homem moderno e o do chimpanzé. |
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Os antropóides
das cavernas espalharam-se, aos grupos, pela superfície do globo, ao longo dos
séculos, sofrendo as influências do meio e formando os pródromos das
coletividades futuras. Extraordinárias experiências foram realizadas então pelos mensageiros do
invisível, até fixarem no "primata" os característicos aproximados do
homem futuro. Os séculos correram, até que
um dia os Espíritos operaram uma definitiva transição no corpo perispiritual
preexistente dos homens primitivos, surgindo assim os primeiros selvagens de compleição
melhorada.
Há muitos milênios um dos orbes de
Capela – uma grande estrela situada na Constelação de Cocheiro, cuja luz gasta
42 anos para chegar à Terra – atingira a culminância de um dos seus ciclos
evolutivos. Alguns milhões de Espíritos rebeldes ali existiam, no caminho da
evolução geral, dificultando o progresso, e foram
localizados na Terra, reencarnando aqui como descendentes dos
"primatas".
As chamadas raças adâmicas – Com
a encarnação daqueles Espíritos nasceram na Terra os ascendentes dos povos de
pele branca. Estabelecidos em sua maioria na Ásia, eles se encaminharam depois,
atravessando a África, para a longínqua Atlântida. Chamadas de raças adâmicas,
por alusão a Adão, esses povos guardavam
vaga lembrança de seu passado, e as tradições do Paraíso perdido passaram de
gerações a gerações, até ficarem arquivadas nas páginas da Bíblia.
Com o transcurso dos anos, elas se
reuniram em quatro grandes grupos, que se fixaram depois nos povos mais
antigos, obedecendo às afinidades que as associavam no planeta em que viveram,
no sistema planetário comandado por Capela. Unidos, novamente, formaram desse modo o grupo dos árias, a
civilização do Egito, o povo de Israel e as castas
da Índia.
Dos árias descende a maioria dos povos
brancos da família indo-europeia, incluindo aí os latinos, os celtas, os
gregos, os germanos e os eslavos. Além de formarem os pródromos de toda a
organização das civilizações futuras, elas introduziram os mais largos
benefícios no seio dos povos de peles amarela e negra, que já existiam no
planeta. Na ocasião da chegada dos exilados de Capela – acrescenta Emmanuel –,
o primata hominis se
encontrava arregimentado em tribos numerosas.
Dos Espíritos degredados, os que constituíram a
civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do Bem e no
culto da Verdade e eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal
da Justiça Divina. Nos círculos esotéricos do velho Egito sabia-se da
existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de
todos os seres, e se conhecia igualmente a função dos Espíritos prepostos de
Jesus, na execução das leis físicas e sociais da existência terrestre. A
comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para
eles questões também conhecidas.
Os arianos e o cultivo da terra – Os
papiros provam que os iniciados do velho Egito sabiam da existência do corpo
espiritual e que seu conhecimento a respeito das energias solares, com relação
ao magnetismo humano, era muito superior ao nosso. Eis a razão por que o
ambiente dos túmulos egípcios era saturado por um estranho magnetismo.
Dos Espíritos exilados de Capela, os
que se agruparam às margens do Ganges foram, contudo, os primeiros a formar os
pródromos de uma sociedade organizada. As organizações hindus são anteriores à
própria civilização egípcia e aos agrupamentos israelitas. Era na Índia de
então que se reuniram os arianos puros, que cultivavam também as lendas de um
mundo perdido, que alguns pensavam ser o antigo continente da Lemúria. Desse
povo descendem todos os povos arianos que floresceram, mais tarde, na Europa. É
por isso que todas as línguas dos povos de pele branca guardam as mais estreitas
afinidades com o sânscrito, língua que constituía uma reminiscência de sua
existência passada, em outros planos.
Se as civilizações hindu e egípcia se definiram no
mundo em breves séculos, o mesmo não aconteceu com os arianos que se
transferiram para a Europa, onde se iniciaram os seus movimentos evolutivos.
Tais Espíritos eram, na sua maioria, indivíduos revoltados com o seu degredo.
Muito dedicados ao trabalho, foi com eles que a agricultura e as indústrias
pastoris encontraram os primeiros impulsos. Com as organizações econômicas,
oriundas do trato direto com o solo, deixaram, no entanto, perceber a lembrança
de suas lutas no antigo mundo que haviam deixado.
Segundo os cientistas existiram 18 Evas : - Em maio de 2000,
cientistas vinculados às Universidades
Emory, de Atlanta (Geórgia), e Stanford (Califórnia), ambas situadas na América
do Norte, divulgaram os resultados de uma pesquisa singular realizada com base
nas mutações do DNA. A conclusão dos pesquisadores é que descendemos, de fato,
de 18 linhagens genéticas femininas e 10 linhagens masculinas, que
provavelmente provieram de um casal que teria vivido há cerca de 200.000 anos,
mas esse casal não era então o único a habitar a Terra.
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. Adão e Eva, que segundo o Gênesis teriam
vivido na Terra há 6.000 anos, não são, portanto, os pais da Humanidade
terrena, como aliás a própria Bíblia dá a
entender ao revelar que Caim, primogênito
de Adão, ao deixar a casa paterna casou-se com uma mulher e, em homenagem ao
seu primeiro filho, construiu uma cidade. Ora, ninguém constrói uma cidade se
não houver pessoas para habitá-la. Os resultados encontrados por Douglas
Wallace e seus companheiros de Atlanta, fundamentados nas leis da Biologia,
coincidem com as principais descobertas arqueológicas. Com base nas mutações
sofridas pelo DNA dos europeus, eles calcularam que os primeiros Homo
sapiens, provenientes da África, chegaram
à Europa entre 40.000 e 50.000 anos atrás, datação que é respaldada
pela análise química de vários fósseis encontrados no continente. Um dado interessante que confirma o
relato de Emmanuel sobre os povos existentes na Terra quando da chegada dos
espíritos exilados de Capela é que a África e a Ásia, segundo a pesquisa aqui
referida foram efetivamente o berço da vida humana em nosso mundo e que os
europeus se formaram com as ramificações dos povos que habitaram primeiro África
e Ásia. Fontes: F.C. Xavier – “Palavras de Vida Eterna” Rede Amigo Espírita(Leticia Lopes) Ronaldo Rogério de Freitas Mourão Wikipédia Redação do Momento Espírita |
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